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A foto de 19 de fevereiro de 2017 mostra um exemplar de macaco-preto de crista (Macaca nigra) na reserva Tangkojko, no norte de Sulawasi, Indonésia

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Após dois anos de uma disputa judicial inédita entre um fotógrafo britânico e um macaco da Indonésia, uma corte americana decidiu nesta terça-feira pelo retorno dos direitos de "selfie do macaco" ao fotógrafo humano, que prometeu compartilhar seus frutos.

Tudo começou em 2011 na ilha indonésia de Sulawesi quando um macaco-preto com crista (espécie Macaca nigra) se apropriou da câmera fotográfica de David Slater para se tornar uma das mais famosas selfies da história do autorretrato.

O fotógrafo e o grupo People for the Ethical Treatment of Animals (Peta) chegaram na segunda-feira a um acordo em uma corte de San Francisco, que favoreceu o britânico.

"Slater doará 25% das receitas futuras com a 'selfie do macaco' a instituições de caridade dedicadas a proteger e a melhorar o bem-estar e o hábitat de Naruto e dos macacos-pretos' de crista da Indonésia", informou o comunicado publicado nesta segunda-feira.

Naruto ficou famoso depois da publicação de sua selfie, publicada por Slater em um livro e altamente reproduzida nas redes sociais.

A Peta pediu na época que ao tribunal que o macaco fosse "declarado autor e proprietário de suas próprias fotografias".

Slater insistia que os direitos lhe pertenciam, porque ele instalou a câmera sobre o tripe e se afastou por alguns minutos. Ao voltar, percebeu que o macaco havia manipulado a câmera e tirado essas fotos.

Quando a controvérsia sobre os direitos autorais começou, Slater argumentou que, com a difusão das fotos na internet, ele perdeu dinheiro com as potenciais vendas de seus livros.

Em janeiro, um juiz americano já havia decidido que o macaco não tinha os direitos de autor sobre essas fotografias.

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AFP