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Um juiz americano deteve as deportações de todos os cidadãos iraquianos com o argumento de que poderiam ser torturados ou assassinados se retornassem ao seu país

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Um juiz americano deteve as deportações de todos os cidadãos iraquianos - algumas das quais estavam previstas para a terça-feira - com o argumento de que poderiam ser torturados ou assassinados se retornassem ao seu país.

Nesta segunda-feira (27), o juiz federal Mark Goldsmith tornou extensiva a todo o país uma ordem precedente que atendia majoritariamente cristãos caldeus, que foram detidos em operações anti-imigração no estado de Michigan, alarmando a comunidade iraquiana local.

O juiz disse que sua última ordem detém temporariamente os procedimentos de deportação contra 1.444 pessoas no Tennessee e no Novo México, 85 das quais seriam deportadas na terça-feira.

A resolução do juiz ocorre em um momento em que o governo se prepara para bloquear a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de seis países predominantemente muçulmanos, depois que a Suprema Corte autorizou a entrada em vigor transitória e parcial do controverso decreto migratório do presidente Donald Trump.

A decisão do máximo tribunal não é definitiva, e deve passar por nova audiência.

AFP