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Vista aérea de La Paz, Bolívia, no dia 7 de janeiro de 2017

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A Bolívia registrou um crescimento econômico de 3,94% de junho de 2016 a junho de 2017, menor que nos anos anteriores, principalmente pela redução da demanda de gás natural do Brasil, anunciou o governo do país nesta segunda-feira (30).

"O Brasil foi nos demandando menos do que normalmente, não é sobre a produção de hidrocarbonetos, é uma questão da demanda do Brasil", disse em coletiva de imprensa o ministro de Economia, Mario Guillén, que anunciou os dados macroeconômicos. Contudo, trata-se de uma das melhores cifras de crescimento comparada com as projeções para seus vizinhos na região.

Baseado em dados oficiais da petroleira estatal YPFB, ele explicou que a demanda brasileira em alguns meses flutuou entre 14,5 milhões e 17,5 milhões de metros cúbicos diários (mmcd) de gás, até voltar aos habituais 26 mmcd. A demanda Argentina se manteve estável.

Segundo Guillén, o crescimento de 12 meses, de junho de 2016 a junho deste ano, é de 3,94%. A Bolívia cresceu 4,9% em 2012; 6,2% em 2013; 5,9% em 2014; 5,3% em 2015; e 4,4% em 2016.

Além disso, de acordo com o ministro, "antecipamos que vamos terminar o ano com um crescimento de mais de 4%", mas não irá exceder 4,5% - o que permite aos trabalhadores bolivianos acessar um bônus duplo em dezembro.

A dupla remuneração foi cumprida em 2013, 2014 e 2015, após a entrada em vigor de um decreto do presidente Evo Morales.

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AFP