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A ex-presidente argentina Cristina Kirchner, em Buenos Aires, no dia 11 de agosto de 2016

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Cristina Kirchner teve seus bens bloqueados e foi convocada a depor no processo que investiga a ex-presidente por fraude em obras públicas, informou nesta segunda-feira uma fonte judicial.

O juiz Julián Ercolini decretou o bloqueio dos bens da ex-presidente e a convocou para depor no dia 20 de outubro, segundo o Centro de Informação Judicial da Corte Suprema de Justiça.

A ex-presidente já havia sofrido o bloqueio de bens no processo que investiga se causou dano financeiro ao país com operações cambiais do Banco Central durante seu governo.

O juiz Ercolini considerou que "existem elementos suficientes para prosseguir com o processo e convocar (Kirchner) para depor" por suposta fraude através de concessões de obras públicas ao empresário Lázaro Báez, outro dos 17 citados nos autos.

Baéz é um empresário da construção que fez fortuna durante os governos kirchneristas (2003-2015) como obras públicas na Patagônia. No momento, está preso por lavagem de dinheiro.

Segundo a promotoria, os envolvidos "integraram uma organização criminosa criada para se beneficiar do dinheiro público".

A promotoria considera que existem "elementos probatórios das sistemáticas irregularidades em distintos processos licitatórios para dezenas de obras em estradas, sempre beneficiando Lázaro Báez".

Entre os envolvidos estão o ex-ministro do Planejamento, Julio De Vido, e seu braço direito na pasta, José López, preso em junho passado quando escondia 9 milhões de dólares em dinheiro em um convento na região de Buenos Aires.

López foi o encarregado de administrar as verbas de obras públicas durante os 12 anos dos governos kirchneristas.

Cristina Kirchner também é investigada por dano financeiro ao país em operações cambiais do Banco Central durante sua gestão.

O processo, a cargo do juiz Claudio Bonadío, também determinou o bloqueio dos bens da ex-presidente.

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AFP