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Cuba autoriza atraque de cruzeiro britânico afetado por coronavírus

Um passageiro evacuado do cruzeiro Grand Princess no porto de Oakland é transferido para um hospital afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. março 2020 - 16:22
(AFP)

Cuba autorizou nesta segunda-feira o navio de cruzeiro britânico MS Braemar, com cinco casos confirmados do novo coronavírus, a atracar na ilha, de onde seus passageiros serão repatriados de avião para a Grã-Bretanha.

"A pedido do governo britânico, Cuba autorizou o navio MS Braemar a atracar no país, com um pequeno número de viajantes diagnosticados com Covid_19", tuitou o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez.

O chefe da diplomacia cubana especificou que "juntamente com as autoridades britânicas, foi combinado que, uma vez que os viajantes cheguem a Cuba, eles retornem de forma segura e imediata ao Reino Unido por via aérea".

"Medidas sanitárias estabelecidas nos protocolos da OMS e do MINSAP Cuba (Ministério da Saúde Pública) serão adotadas para receber passageiros e tripulantes", afirmou.

Em uma declaração, o Ministério das Relações Exteriores de Cuba enfatizou que "são tempos de solidariedade, de entender a saúde como um direito humano, de reforçar a cooperação internacional para enfrentar nossos desafios comuns".

Cuba, que tem quatro casos confirmados do novo coronavírus, multiplica as ações de prevenção e vigilância, mas mantém suas fronteiras abertas, ao contrário do que a maioria de seus vizinhos faz, uma vez que o turismo é o motor de sua economia.

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