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O presidente cubano, Raúl Castro, na Praça da Revolução, em Havana, pelo Dia do Trabalho, em 1º de maio de 2017

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O presidente de Cuba, Raúl Castro, defendeu nesta quinta-feira seu aliado venezuelano, Nicolás Maduro, que enfrenta intensos protestos há dois meses.

"É necessário denunciar e deter a agressão que a nação-irmã sofre, tudo isso dirigido à derrubada do governo constitucional eleito pelos venezuelanos", disse Castro ao encerrar uma sessão extraordinária do Parlamento.

Ele afirmou que "interesses políticos e econômicos imperialistas tentam de impedir o exercício da livre determinação por parte de seu povo".

"Às arbitrárias e injustas sanções unilaterais americanas se une a intervenção em seus assuntos internos por parte da OEA e de vários governos, a difamação e a manipulação grosseira da realidade", enfatizou Raúl Castro.

Na mesma sessão, a Assembleia Nacional cubana emitiu uma declaração convocando "os legisladores e parlamentos do mundo a manter a solidariedade com a Venezuela".

"Demandamos respeito ao direito legítimo do povo venezuelano a continuar construindo o modelo social que impulsiona a Revolução Bolivariana, uma vez que reconhecemos os esforços do governo para que prevaleçam o entendimento e a paz", disseram os deputados cubanos.

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