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A embaixada de Cuba em Washington, no dia 3 de outubro de 2017

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A embaixada de Cuba em Washington manterá seus serviços consulares em funcionamento, apesar da recente decisão do Departamento de Estado de expulsar 15 de seus funcionários, informou nesta sexta-feira essa representação diplomática.

Na terça-feira, o governo americano ordenou a saída de seu território de 15 diplomatas cubanos no prazo de uma semana, poucos dias depois de reduzir unilateralmente à metade sua própria equipe em Havana.

Embora a embaixada dos Estados Unidos em Cuba tenha suspendido, por tempo indeterminado, a emissão de vistos e cancelado todas as entrevistas já agendadas, a representação de Cuba em Washington "continuará com todos os serviços, sem interrupção".

Em nota oficial, a embaixada classificou como "arbitrária e injustificada" a decisão do Departamento de Estado de expulsar parte de sua equipe de diplomatas.

Trata-se da mais séria crise nas relações bilaterais desde que os dois países restabeleceram laços diplomáticos, em 2015, depois de meio século de ruptura e desconfiança.

Os Estados Unidos justificaram a redução de seu pessoal em Havana e a expulsão da equipe cubana por estranhos "ataques específicos" que supostamente diplomatas americanos sofreram na capital cubana.

Washington não acusa formalmente Cuba pelos "ataques", mas considera que não consegue cumprir com sua obrigação de garantir a segurança da equipe diplomática estrangeira em seu território.

Cuba descarta qualquer responsabilidade nos episódios e afirma que as investigações em curso não forneceram evidências de que esses "ataques" tenham realmente ocorrido.

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AFP