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(1990) Patricio Aylwin recebe a faixa presidencial em Valparaíso

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Cuba justificou sua decisão de negar a entrada na ilha da ex-ministra chilena Mariana Aylwin, filha do falecido ex-presidente Patricio Aylwin, por considerar uma "grave provocação internacional", indicou nesta quarta-feira um comunicado da embaixada cubana em Santiago.

Aylwin, ex-ministra chilena da Educação (2000-2003), deveria participar em Havana de uma cerimônia organizada pela oposição. Mas no aeroporto de Santiago, antes de embarcar, foi informada que não poderia entrar em Cuba.

"Uma grave provocação internacional contra o governo cubado foi orquestrada por um grupo ilegal anticubano que atua contra a ordem institucional (…). Entre os envolvidos está a ex-ministra e ex-parlamentar Mariana Aylwin", informa o comunicado da embaixada cubana.

"Não participei de nenhuma operação ilegal e muito menos de desestabilização do regime cubano", respondeu Aylwin, militante do Partido Democrata Cristão.

O evento, organizado por Rosa María Payá, filha do falecido dissidente Osvaldo Payá, foi apontado pela embaixada cubana como uma tentativa de "gerar instabilidade interna", por isso, em respeito à memória do ex-presidente Aylwin, o primeiro chefe de Estado democrata chileno após a ditadura de Augusto Pinochet, foram tomada medidas para evitar "a provocação".

O ex-presidente mexicano Felipe Calderón também foi impedido de entrar na ilha, bem como o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que seria premiado durante a mesma cerimônia.

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AFP