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Pessoas caminham por rua da cidade cubana de Artemisa, em 24 de julho de 2014

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Cuba vive o terceiro verão mais quente desde 1951, ao registrar em julho temperatura média de 28 graus Celsius, indicou nesta quinta-feira o jornal oficial Granma.

"A temperatura média de julho atingiu os 28 graus Celsius, valor que supera em 0,6 a média histórica mensal e o torna o terceiro mais quente registrado em Cuba desde 1951 até agora", acrescentou o jornal.

As temperaturas médias máxima e mínima no mês passado foram "33,0 e 23,0 graus para superar suas cifras habituais em 0,9 e 0,2 graus, respectivamente", acrescentou o jornal, citando dados do Instituto de Meteorologia.

Além do que os termômetros, a sensação térmica é muito maior devido aos altos índices de umidade na ilha. Um especialista disse ao Canal Habana que com 34 graus e alta umidade, a sensação era de 48 graus.

"Como as madrugadas também são quentes na maior parte do arquipélago (cubano), as pessoas sentiram o calor sufocante de forma quase permanente durante todo o mês, mais acentuado na região ocidental (onde está Havana), para o que contribuiu, ainda, o comportamento deficitário das chuvas e os ventos fracos", destacou o jornal Granma.

O periódico indicou ainda que "a temperatura mais alta foi de 37,2 graus, reportada na estação da cidade de Guantánamo", extremo leste da ilha, em 24 de julho.

O jornal não informou quais foram os outros dois verões mais quentes que o atual desde 1951.

"No atual mês de agosto, as previsões sugerem que as temperaturas máximas e mínimas estarão acima do normal nas três regiões do país", ocidental, central e do leste, concluiu.

AFP