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Iraquianos curdos protestam contra as ameaças dos jihadistas, em frente aos escritórios da Organização das Nações Unidas (ONU) na capital da região autônoma curda, em 4 de agosto de 2014.

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Combatentes curdos do Iraque, da Síria e da Turquia iniciaram uma ofensiva conjunta contra os jihadistas na região de Mossul, norte do Iraque.

Combatentes curdos do PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) turco e do PYD (Partido da União Democrática, curdo sírio) se uniram para lutar contra os jihadistas do Estado Islâmico (EI) na área de Sinjar, enquanto os peshmergas iraquianos tentam assumir o controle de áreas situas ao norte e leste de Mossul, informou Hallo Penjweny, dirigente curdo iraquiano.

"Os combatentes do Curdistão ocidental (na Síria) e o PKK combatem os jihadistas na região de Rabia e Sinjar, ao oeste de Mossul, afirmou Penjweny, líder do partido União Patriótica do Curdistão para a região de Mossul.

"Do nosso lado, nos ocupamos de Zumar e do restante do setor norte ao leste de Mossul", completou.

Em 48 horas, nos dias 2 e 3 de agosto, o EI retomou dos curdos várias zonas da região de Mossul, em um grave revés aos peshmergas, que gozam de grande reputação por sua eficácia e organização.

No domingo, o EI também assumiu o controle de Sinjar, a 50 km da fronteira síria, expulsando quase 200.000 pessoas.

As forças curdas que controlavam Sinjar deixaram a localidade, deixando a mesma para o EI, que no sábado expulsou os curdos de Zumar, outra cidade próxima de Mossul, com produção de petróleo.

"Os combatentes do PKK chegaram à região de Jabal Sinjar, onde protegem os habitantes dos ataques", declarou Penjweny.

Não estava claro se os combatentes sírios e curdos recuperaram o controle, mesmo parcial, de Sinjar.

AFP