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Feira de emprego em Dunkerke, França, em 9 de março

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O desemprego na Eurozona registrou um leve retrocesso em fevereiro, a 9,5%, o menor nível desde maio 2009, anunciou nesta segunda-feira a agência europeia de estatísticas Eurostat.

O número de pessoas sem emprego nos 19 países da moeda única europeia caiu para 15,4 milhões, contra quase 15,6 milhões em janeiro, de acordo com Eurostat.

Embora no conjunto da zona do euro o índice de desemprego se encontre abaixo da barreira simbólica de 10%, depois de alcançar no pior momento da crise da dívida 12,1% entre abril e junho de 2013, os dados nos países do sul da Europa continuam elevados.

A Itália registrou uma leve queda em fevereiro, de 11,8% no mês anterior para 11,5%, assim como Portugal (de 10,1% a 10%) e a Espanha (de 18,2% a 18%). A França. segunda maior economia da Eurozona, permanece estável em 10%.

A Grécia continua como o país com maior índice de desempregados, com 23,1% (dados de dezembro), seguida pela Espanha.

Do outro lado, a Alemanha, maior economia do bloco, registra novamente o menor índice de desemprego, 3,9% em fevereiro, resultado estável na comparação com o mês anterior.

O desemprego entre os jovens permanece em níveis elevados na zona do euro, a 19,4%. Na Espanha, o índice de menores de 25 anos sem emprego caiu a 41,5%, resultado superado apenas pela Grécia (45,2%, cifra de dezembro).

No conjunto dos 28 países da União Europeia, o índice de desemprego em fevereiro ficou em 8%, o que significa 19,7 milhões de pessoas sem trabalho.

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