Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Casal de elefantes é visto em Naxalbari, Índia, em 14 de junho de 2014

(afp_tickers)

O destino dos elefantes, tigres, pangolins, assim como o de outras espécies ameaçadas, será debatido na próxima semana, em Genebra, por 400 especialistas e representantes de países, que também estudarão o tráfico de madeiras nobres.

Estas discussões serão celebradas entre 7 e 11 de julho no âmbito da 65ª sessão do comitê permanente da CITES (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção), que reúne 180 Estados-membros.

Depois dos debates, o comitê permanente da CITES (seu órgão executivo) poderá decidir, se considerar necessário, medidas importantes, como fez durante a reunião anterior, em março de 2013, em Bangcoc, ao tomar a decisão histórica de regular cinco espécies de tubarões ameaçados pelo excesso de pesca.

Cinco mil espécies animais e 28.000 espécies vegetais estão atualmente protegidas pela CITES da exploração excessiva destinada a alimentar o comércio internacional.

Apesar de tudo, tubarões, rinocerontes, elefantes e outras espécies em perigo menos conhecidas continuam sendo vítimas dos caçadores por suas supostas virtudes medicinais, ou afrodisíacas.

O lucrativo tráfico de marfim e de chifre de rinoceronte aumentou consideravelmente nos últimos anos na África, alimentado fundamentalmente por uma forte demanda na Ásia, sobretudo, na China e no Oriente Médio.

AFP