Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

(Arquivo) Mais de 600.000 sírios deslocados em consequência da guerra retornaram para suas casas entre janeiro e julho de 2017

(afp_tickers)

Pelo menos 18 pessoas morreram nesta quinta-feira após a explosão de um carro-bomba cujo objetivo era um comboio de deslocados sírios no nordeste da Síria, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), que atribuiu o atentado ao grupo Estado Islâmico (EI).

O ataque aconteceu no sul da província de Hasake, em um setor onde os deslocados que fogem dos combates na região de Deir Ezzor (leste) costumam se agrupar antes de serem autorizados a entrar nos campos de refugiados, informou o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman. O ataque deixou "pelo menos 18 mortos entre os deslocados e os asayesh (forças de segurança curdas)", afirmou.

Na província petroleira de Deir Ezzor, na fronteira com o Iraque, estão em curso duas ofensivas distintas para expulsar os extremistas do EI.

Estas ofensivas avançam com o apoio de ataques aéreos que mataram dezenas de pessoas nestas últimas semanas, levando à fuga de civis, especialmente em direção aos campos de refugiado da província de Hasake.

As Forças Democráticas Sírias (FDS), uma aliança curdo-árabe apoiada pelos Estados Unidos, avança, no norte da província de Deir Ezzor, em direção à capital da província.

O porta-voz das FDS, Talal Sello, confirmou um atentado "do EI com carro-bomba, contra um grupo de deslocados em Abu Fass".

"Há dezenas de mortos e de feridos", informou Sello à AFP. Depois da explosão "os civis fugiram para zonas desérticas, e o balanço (de vítimas) se agravou", acrescentou.

A outra ofensiva anti-EI na província de Deir Ezzor é dirigida pelas forças pró-governamentais, apoiadas pela Rússia.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP