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Dilma Rousseff é fotografada no Palácio da Alvorada, em Brasília, no dia 31 de agosto de 2016

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A ex-presidente Dilma Rousseff, que perdeu o mandato após um processo de , anunciou que deixará Brasília na próxima semana para se radicar em Porto Alegre, onde fará oposição ao governo do recém-empossado Michel Temer (PMDB-SP).

Dilma voltou a acusar o peemedebista de ter dado um "golpe parlamentar".

"Não ficarei em Brasília e irei para Porto Alegre", disse Dilma a correspondentes estrangeiros, destacando que deixará o Distrito Federal "no começo da próxima semana".

A ex-guerrilheira, de 68 anos, eleita presidente em 2010, foi destituída após sofrer um processo de , acusada de ter manipulado as contas públicas para ser reeleita em 2014.

"A democracia foi julgada junto comigo. Infelizmente, perdemos. Espero que possamos reconstruí-la e ter a certeza de que isso não voltará a acontecer", declarou Dilma.

A herdeira política de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) foi afastada do cargo em maio passado e permaneceu à espera de uma sentença definitiva por parte do Senado.

Ela foi obrigada a deixar o Palácio do Planalto, sede da Presidência, que foi ocupado por seu então vice Michel Temer, mas conservava o direito de morar na residência oficial da Alvorada.

Com sua destituição em caráter definitivo, aprovada na última quarta (31) por 61 votos contra 20 (e nenhuma abstenção), tem 30 dias para deixar o imóvel.

Dilma Rousseff decidiu voltar para Porto Alegre, onde construiu sua carreira e onde vive com a família.

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AFP