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A ex-presidente Dilma Rousseff recebe flores em sua saída do Palácio da Alvorada, em Brasília, no dia 6 de setembro de 2016

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A ex-presidente Dilma Rousseff partiu nesta terça-feira de Brasília, abandonando o Palácio do Alvorada para fixar residência em Porto Alegre, de onde promete um duro combate ao seu sucessor e ex-companheiro de chapa Michel Temer.

Seis dias após ser destituída pelo Senado, Dilma, 68, se despediu do Palácio do Alvorada sob o forte sol do Planalto, cercada por uma centena de militantes, ex-ministros e alguns legisladores.

A ex-presidente desceu de seu veículo e pisou um asfalto coberto de pétalas de rosas na entrada do Alvorada para saudar seus partidários, que a receberam com beijos, balões em forma de coração e flores, aos gritos de "Dilma, guerreira da pátria brasileira".

Dilma, uma ex-guerrilheira que venceu um câncer e a tortura durante a ditadura (1964-1985), viajou para Porto Alegre em um avião da Força Aérea Brasileira às 16H30 local. Sua mudança seguirá em quatro caminhões.

A ex-presidente foi recebida na base aérea de Porto Alegre por cerca de 30 partidários com bandeiras do Partido dos Trabalhadores (PT).

No centro da capital gaúcha, cerca de 15 mil manifestantes, segundo os organizadores, protestavam contra a saída de Dilma e o governo de Michel Temer.

Eleita em 2010 e reeleita em 2014, Dilma perdeu seu mandato após um turbulento processo de impeachment decorrente da manipulação de contas públicas, mas conservou seus direitos políticos, o que deixa a porta aberta a uma eventual candidatura.

Em entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal francês Le Monde, Dilma disse que avalia se candidatar a um cargo nas eleições gerais de 2018.

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AFP