Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

A ex-presidente Dilma Rousseff durante entrevista à AFP, em Brasília, no dia 17 de fevereiro de 2017

(afp_tickers)

A ex-presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva não pode ser excluído da corrida eleitoral para 2018.

Dilma Roussef manifestou seu apoio a Lula durante uma entrevista coletiva na Cidade do México, onde ressaltou a importância de preservar a democracia no país.

A ex-presidente afirmou que, embora os meios de comunicação dediquem boa parte de seu espaço para "destruir a biografia de Lula", as pesquisas indicam que ele é o candidato mais votado para as eleições 2018.

Segundo as pequisas mais recentes, Lula, de 71 anos, é o favorito para as eleições do ano que vem, apesar de enfrentar processos judiciais por corrupção, lavagem de dinheiro e tráfico de influência. Em segundo lugar aparece o deputado de extrema direita, Jair Bolsonaro.

Durante a coletiva, Dilma Rousseff também defendeu a necessidade de uma reforma no sistema político e eleitoral e destacou que a democracia é "o único caminho" para o país.

"O Brasil só ganhou quando foi democrático e só perdeu quando não foi. Para nós a democracia é o lado certo da história", afirmou a ex-presidente, que visita o México para participar de uma conferência sobre o futuro da democracia na América Latina.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP