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O presidente de Venezuela, Nicolás Maduro (d), com o diplomata e ex-diretor de inteligência militar Hugo Carvajal, em Caracas, em 27 de julho de 2014, em imagem divulgada pela presidência venezuelana.

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O diplomata e ex-diretor de inteligência militar venezuelano Hugo Carvajal, detido em Aruba desde quarta-feira a pedido dos Estados Unidos, que o acusa de colaborar com o narcotráfico, foi libertado no domingo e já se encontra na Venezuela.

"Agradeço ao governo da Holanda. Foi uma decisão muito corajosa reconhecer que houve uma violação à imunidade diplomática e restituir o direito internacional", declarou o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, durante o terceiro congresso do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), em Caracas, onde ele mostrou fotos da chegada de Carvajal.

O diplomata chegou em um avião privado no aeroporto Simón Bolívar de Caracas às 8h15 (21h15 de domingo no horário de Brasília), acompanhado do vice-chanceler venezuelano Calixto Ortega.

"A situação delicada da prisão (de Carvajal) por pessoas indevidas, por um expediente falso (...) foi resolvida. Eu estava disposto a fazer qualquer coisa para defender a honra e a dignidade da Venezuela", acrescentou o presidente.

Aruba, uma pequena ilha perto da costa venezuelana, é um território autônomo da Holanda.

AFP