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(Arquivo) Homem lê o jornal Granma

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A direção do Partido Comunista Cubano (PCC) demitiu o diretor de seu diário oficial Granma, após ele cometer "erros" na gestão do principal jornal do país, indicou a edição desta quinta-feira (9).

"Atendendo a erros cometidos no cumprimento de suas responsabilidades, a Direção do Partido decidiu liberar o companheiro Pelayo Terry Cuervo do cargo de diretor do jornal Granma", indica uma breve "nota informativa" na capa.

Terry Cuervo, no cargo desde 2013, será substituído até novo aviso por seu subdiretor, Oscar Sánchez Serra, acrescentou o jornal.

Os "erros" não detalhados e a falta de menção a funções futuras para Terry Cuervo indicam que este diretor com grande experiência nos meios oficiais cubanos caiu em desgraça.

Fruto da fusão dos jornais "Hoy" e "Revolución" há 52 anos, o Granma leva o nome do barco do qual desembarcaram Fidel e Raúl Castro, acompanhados do "Che" Guevara, para lançar em 1956 a revolução que os levou ao poder três anos depois.

Impresso em três cores - vermelho, preto e branco -, o Granma é um dos meios estatais mais emblemáticos da ilha, junto com a emissora informativa Radio Reloj e o jornal Juventud Rebelde, voltado para os jovens, que também foi dirigido por Terry Cuervo.

Porta-voz do PCC, o Granma foi por muito tempo a tribuna de Fidel Castro, que publicava editoriais, discursos e reflexões.

Após a chegada ao poder de seu irmão Raúl, em 2008, a presença do PCC no diário não desapareceu, mas passou a se manifestar de forma diferente. Raúl Castro não escreve no jornal, que reproduz seus discursos junto com uma informação mais completa do que antes.

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AFP