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Dois policiais detidos como suspeitos do assassinato de Marielle Franco

Uma pessoa acende uma vela durante manifestação contra o assassinato de Marielle Franco, em 15 de março de 2018, em São Paulo afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 12. março 2019 - 09:31
(AFP)

Um policial reformado e um ex-policial foram detidos nesta terça-feira no Rio de Janeiro como suspeitos de envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, um caso que provocou forte comoção, informaram fontes da Divisão de Homicídios do Ministério Público.

Os detidos são o policial militar reformado Ronnie Lessa, 48 anos, acusado de ser o autor dos disparos, e Élcio Vieira de Queiroz, 46, que foi expulso da PM, suspeito de ser o motorista do veículo a partir do qual foram disparados os tiros contra Marielle e Anderson em 14 de março de 2018 no centro do Rio.

De acordo com fontes do Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado, o assassinato foi planejado meticulosamente durante três meses.

Franco, nascida e criada no complexo de favelas da Maré, lutava pelos direitos dos negros, das mulheres e da comunidade LGBT. Ela denunciava os abusos policiais contra as comunidades pobres. Era vereadora pelo PSOL.

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