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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, em Buenos Aires, em 8 de maio de 2017

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A economia da Argentina vai crescer 2,7% em 2017, disse nesta quinta-feira o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, em Buenos Aires, onde elogiou as reformas tocadas pelo presidente Mauricio Macri.

"Estou impressionado com as reformas que o presidente Macri está tocando", disse Kim ao elogiar a abertura da economia argentina desde sua chegada ao poder em dezembro de 2015, como sucessor da ex-mandatária Cristina Kirchner.

Ele estimou que a economia argentina "crescerá 2,7% este ano, o que representa um avanço significativo, considerando a retração do ano passado", completou Kim em uma coletiva de imprensa após se reunir com Macri.

A estimativa do BM fica abaixo das previsões do governo que, após uma longa recessão, prevê culminar, neste ano, em um crescimento de 3%.

Em 2016, durante o primeiro ano do governo Macri, o PIB caiu 2,3% e o déficit fiscal aumentou 2,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior, alcançando 6,1% do PIB anual.

O número um do BM também antecipou que o órgão tem previsão de emprestar 2 bilhões de dólares à Argentina no ano que vem.

"Nosso forte respaldo à Argentina vai continuar. Durante o próximo ano, esperamos comprometer novos fundos de até 2 bilhões de dólares: 1 bilhão para o setor público e 1 bilhão em operações com o setor privado", afirmou.

Kim garantiu que "as reformas (econômicas argentinas) vão na direção correta" e "estão criando as bases que vão ajudar a ampliar o investimento e a criação de empregos de forma sustentável".

"Em um país tão promissor e com tanto potencial, é vital continuar trabalhando para estimular o crescimento e o investimento e incrementar os esforços para reduzir a pobreza e a desigualdade", disse ele.

Nesta quarta-feira, a principal central sindical argentina CGT ratificou uma marcha para a próxima terça-feira contra as políticas econômicas de Macri, em um cenário de alta inflação (quase 14% acumulada em um ano) e de queda do consumo, apesar dos elogios de referências financeiras internacionais.

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AFP