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O prefeito Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, no dia 7 de julho de 2016

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Caçar pokémons na praia de Ipanema ou em plena competição de judô no Parque Olímpico: Eduardo Paes vê isso acontecendo claramente e pediu aos seus criadores que habilitem o aplicativo na cidade-sede dos Jogos em agosto.

"Alô, Nintendo! Faltam 23 dias para os Jogos Olímpicos do Rio 2016. Todo mundo está vindo para cá. Venham vocês também", escreveu o prefeito no Facebook, acompanhando com hashtags como #PokémonGoNoBrasil.

Pokémon Go, o jogo de realidade aumentada que permite capturar essas criaturas virtuais, causou euforia em poucos dias nos países onde já está disponível: Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia e Alemanha.

A Nintendo não foi a responsável pelo desenho do jogo: somente contribuiu com o apoio de sua filial The Pokémon Company junto com a Niantic, que desenvolveu o aplicativo gratuito.

As autoridades esperam que meio milhão de turistas estrangeiros venham ao Rio para os Jogos Olímpicos, os primeiros organizados na América do Sul (5 a 21 de agosto).

Paes acompanhou seu pedido com uma montagem de criaturas Pokémon nos principais pontos turísticos da cidade, como a praia de Ipanema, o Parque Madureira onde estão os arcos olímpicos, ao lado do museu desenhado por Santiago Calatrava na zona portuária, e inclusive no meio de uma competição de judô.

O prefeito colocou também uma foto dos mascotes olímpicos e paralímpicos, mas esclareceu: "EstesNãoSãoPokémons".

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AFP