AFP

Segundo um representante chinês no Paquistão, os trabalhadores chineses foram sequestrados em Quetta, onde estudavam urdu

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O grupo extremista Estado Islâmico (EI) anunciou ter executado dois cidadãos chineses sequestrados no mês passado por homens armados na conturbada província do Baluchistão, situada no sudoeste do Paquistão, informou-se nesta quinta-feira.

Segundo o SITE, centro de monitoramento de sites de grupos extremistas na internet, sediado nos Estados Unidos, a reivindicação apareceu em uma curta mensagem por escrito em árabe pela agência de notícias do EI, Amaq. Até agora não houve confirmação de parte de fontes oficiais chinesas ou paquistanesas.

Algumas horas antes, o exército paquistanês tinha emitido um comunicado informado que suas forças realizaram uma operação contra extremistas no começo do mês, matando 15 membros do Lashkar-e-Jhangvi Al-Almi (LeJA), um grupo de combatentes sunitas afins ao EI, que atua sobretudo no Paquistão e no Afeganistão, e que pretendia estabelecer junto deste uma base no Baluchistão.

Segundo um representante chinês no Paquistão, os trabalhadores chineses foram sequestrados em Quetta, onde estudavam urdu (língua nacional paquistanesa falada por uma pequena parte da população) em uma escola de idiomas.

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