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O chanceler salvadorenho, Hugo Martínez, fala à imprensa após reunião com representantes da União Europeia, em Bruxelas, em 7 de março de 2017

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A Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) fará uma reunião extraordinária na terça-feira, em San Salvador, para analisar o apoio a um diálogo interno na Venezuela, confirmou nesta segunda-feira o chanceler salvadorenho, Hugo Martínez.

"Está confirmada a reunião (...) Será realizada amanhã (terça) às dez da manhã na sede do ministério das Relações Exteriores", declarou Martínez à imprensa na praça El Salvador del Mundo, onde se comemorava o Dia Internacional do Trabalhador.

O ministro afirmou que, "por motivos de agenda", alguns chanceleres afirmaram que não poderão comparecer, mas que enviarão seus representantes, enquanto outros países que não têm embaixada em El Salvador não estão considerando participar.

Neste sentido, o chanceler antecipou a possibilidade de que o único tema da reunião, a busca de um diálogo na Venezuela, "no se esgote" no encontro de terça e possa continuar na reunião ordinária da Celac, prevista para a segunda quinzena de maio na República Dominicana.

"É evidente que se todos os países não estão, não pode haver uma declaração de consenso", explicou.

Enquanto isso, o presidente salvadorenho, Salvador Sánchez Cerén, expressou sua confiança em que na reunião da Celac se deixe nas mãos dos venezuelanos a solução de seus problemas.

"Nós temos a confiança e temos a segurança de que nesta reunião vamos encontrar caminhos para que a Venezuela possa continuar construindo seu desenvolvimento; para que a Venezuela possa tomar sua decisão a partir do povo venezuelano", disse o presidente em um discurso para milhares de trabalhadores durante ano na praça El Salvador del Mundo.

A reunião em San Salvador foi convocada a pedido da Venezuela para analisar a situação do país.

Na Celac, afirmou Martínez, todos os chanceleres têm a vontade de contribuir para "resolver" a situação que a Venezuela enfrenta pela falta de diálogo entre governo e oposição.

Martínez afirmou que "é preciso haver um diálogo como mecanismos de saída na Venezuela, [em que] nem o governo pode excluir a oposição, nem a oposição pode excluir o governo - essa é a nossa posição e vamos continuar trabalhando para que se produzam resultados nesse diálogo".

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AFP