Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

O primeiro-ministro Nova Zelândia, Bill English, ao centro, junto à sua esposa, Mary, em Auckland, no dia 23 de setembro de 2017

(afp_tickers)

As eleições legislativas da Nova Zelândia, realizadas neste sábado (23), terminaram sem uma maioria clara, quando nem os conservadores nem os populistas obtiveram a maioria absoluta, deixando nas mãos de Winston Peters, do partido Nova Zelândia Primeiro (NZF), a decisão de quem formará o governo.

O primeiro-ministro conservador neozelandês, Bill English, obteve 46% dos votos, enquanto a populista e líder da principal força de oposição, Jacinda Ardern, conseguiu 36%.

Demorará cerca de duas semanas para poder se conhecer a configuração do novo governo. Peters declarou não ter pressa em decidir a quem apoiará.

Os principais partidos devem encontrar aliados para poder governar, resultado da reforma eleitoral que instaurou um sistema de voto proporcional. Todas as configurações das forças existentes são insuficientes para formar um governo.

De acordo com a apuração final, o Partido Nacional de Bill English, com o seu aliado liberal ACT, conseguiram 59 cadeiras, duas menos que as 61 necessárias para garantir maioria.

Os populistas de Ardern e seu aliado preferido, o partido dos Verdes, somavam 54 cadeiras.

Com esses resultados nenhuma das duas formaçõespoderão formar o governo sem o apoio de Peters, cujo partido conseguiu 9 cadeiras.

O líder do NZF, o maori Winston Peters de 72 anos, conhecido por sua posição contra a imigração asiática, ajudou os conservadores a chegar ao poder em 1996, em troca de se tornar vice-primeiro-ministro. Em 2005, se juntou à coalizão populista visando ao ministério das Relações Exteriores.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP