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Imagem do canal colombiano RCN de 26 de outubro de 2016 mostra o ex-congressista Odín Sánchez, refém da guerrilha ELN

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A guerrilha Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia anunciou, nesta quarta-feira (1º), o começo da operação para libertar o ex-congressista em seu poder desde abril e receber rebeldes indultados - condições acertadas para lançar diálogos de paz em Quito, na próxima semana.

"Inicia a operação para receber os companheiros indultados e o senhor Odín Sánchez", tuitou o ELN, ao informar sobre a partida da comissão humanitária que acompanhará a gestão.

"Esperamos que, com esses atos humanitários mútuos, se possa começar a desenvolver diálogos que realmente possibilitem a busca de uma paz completa para o nosso país", declarou Bernardo Téllez, um dos negociadores do ELN, em um vídeo postado também no Twitter.

A rádio oficial do ELN, ELN Ranpal, divulgou fotos dos membros da guerrilha e dos "fiadores de Equador, Noruega, Chile, Cuba e a Igreja [católica]", embarcando no avião do aeroporto Mariscal Sucre de Quito, com destino à Colômbia, para verificar as "libertações simultâneas".

"Se o governo cumprir o que foi acertado no Equador em 18 de janeiro passado, amanhã (quinta-feira) nossos companheiros e o senhor Odín vão recuperar a liberdade", tuitou.

Em entrevista à AFP, o comandante Danilo Hernández, chefe de uma frente do ELN que opera no Chocó, onde o ex-congressista foi sequestrado, afirmou que o processo de entrega de Sánchez "está em curso".

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AFP