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ELN liberta três tripulantes de helicóptero derrubado na fronteira com a Venezuela

Rebeldes do Exército de Libertação Nacional colocaram em liberdade os três tripulantes de um helicóptero que o grupo guerrilheiro derrubou afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. fevereiro 2019 - 19:19
(AFP)

Rebeldes do Exército de Libertação Nacional (ELN) colocaram em liberdade neste domingo (3) os três tripulantes de um helicóptero que o grupo guerrilheiro derrubou em 11 de janeiro em uma zona fronteiriça com a Venezuela, segundo informou a Defensoria do Povo.

Maxwell Joya, Carlos Quiceno e Julio Diaz foram sequestrados pelo grupo armado após o ataque à aeronave.

Os três ocupantes do helicóptero de uma empresa de valores foram entregues a uma comissão da Defensoria (ombudsman) e da Igreja Católica na região cocaleira de Catatumbo, no departamento Norte de Santander.

Os libertados estão em "aparente bom estado de saúde", indicou o organismo de direitos humanos em um comunicado, sem dar mais detalhes.

Última guerrilha reconhecida na Colômbia, o ELN reivindicou o sequestro em 16 de janeiro.

Segundo os meios de comunicação locais, o helicóptero transportava 1,7 bilhão de pesos (540 mil dólares) para o pagamento dos trabalhadores da empresa Aerocharter Andina em Catatumbo.

As autoridades também apontam a guerrilha como responsável por incinerar a aeronave depois de tê-la atacado em terra.

O ELN é alvo de uma forte perseguição militar após o atentado com um carro-bomba contra uma academia policial em 17 de janeiro, que deixou 21 jovens mortos, além do agressor.

O ataque foi executado por um membro dessa organização, segundo admitiram os rebeldes.

Em resposta, Duque rompeu com o processo de paz iniciado por seu antecessor em 2017 e agora pressiona Cuba para que lhe entregue os negociadores rebeldes que aguardavam em Havana a reativação das conversas.

Com 1.800 combatentes e uma extensa rede de apoio, o ELN opera em uma dúzia dos 32 departamentos colombianos.

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