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Ex-presidente Barack Obama lamenta o que chamou de 'ausência temporário da liderança americana' na mudança climática

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O ex-presidente americano Barack Obama voltou a criticar seu sucessor, o republicano Donald Trump, por se retirar do Acordo do Clima de Paris, em discurso feito no sábado (2), em um fórum empresarial realizado na capital francesa.

Em seu discurso, Obama lamentou o que chamou de "ausência temporária de liderança americana no tema".

Obama também defendeu a liderança feminina em um momento em que vários escândalos por abuso sexual abalam os Estados Unidos e o mundo inteiro.

Falando de Nova Délhi esta semana, Obama já havia defendido o acordo de Paris, firmado no final de 2015, primeiro pacto que obriga todos os países a limitarem sua "contribuição" para a mudança climática. O democrata foi um de seus principais promotores.

Em junho deste ano, Trump anunciou a saída dos Estados Unidos do acordo. Essa retirada entra em vigor em de novembro de 2020.

Ao ser questionado sobre quais são as qualidades de liderança do futuro, Obama respondeu: "concentrar-se em colocar a mulher no poder, porque parece que os homens têm alguns problemas atualmente".

Ele também advertiu para os perigos de "uma desigualdade profundamente arraigada".

"Para avançar, precisamos modernizar nossas economias de uma forma que seja inclusiva", disse.

Durante o dia, Obama almoçou com o presidente francês, Emmanuel Macron, uma reunião de baixo perfil.

Obama anunciou seu apoio a Macron em um vídeo divulgado nas redes sociais em maio deste ano, a três dias do segundo turno da eleição presidencial na França. O jovem candidato centrista enfrentava a candidata de extrema-direita Marine Le Pen.

Para os analistas, a campanha eleitoral de Macron se inspirou na de Obama de 2008, com uma forte presença no terreno e uma ampla rede de apoios locais que promoviam seu candidato porta a porta.

No sábado, Obama também se reuniu com o ex-presidente francês François Hollande e com a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, parceiros no acordo climático.

"Falamos dos grandes desafios do planeta, especialmente do tema do clima. Estamos confiantes em que o acordo vai ser implementado", tuitou Hollande.

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AFP