Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Cerca de 60 tumbas e 96 vasilhas da cultura Lloleo foram encontradas há dois anos por trabalhadores do metrô que realizavam uma escavação

(afp_tickers)

Um antigo cemitério indígena, um dos maiores já encontrados até agora no Chile, foi descoberto durante a construção de uma linha de metrô de Santiago, e atualmente se encontra em período de conservação, informou nesta segunda-feira o Colégio de Arqueólogos.

Cerca de 60 tumbas e 96 vasilhas da cultura Lloleo, povo nativo que habitou a zona central chilena entre 200 e 1.200 (d.C), foram encontradas há dois anos por trabalhadores do metrô que realizavam uma escavação, mas a descoberta só foi divulgada nesta segunda-feira em uma nota do Colégio de Arqueólogos, provocando grande interesse da imprensa local e internacional.

"Este cemitério é um dos maiores já registrados no Chile Central", disse a arqueóloga Verónica Reyes, que assessora a empresa Metro durante as descobertas arqueológicas nas construções das linhas e estações desde a década de noventa.

"Houve um grande alvoroço porque foi interessante, o lugar é muito grande e foi descoberto nos trabalhos do metrô", disse à AFP Itací Correa, presidente do Colégio.

No lugar foram descobertos esqueletos a profundidades de entre 30 centímetros e dois metros, junto com vasilhas e fragmentos de moagens, utensílios funerários e colares que fornecerão novas informações sobre os assentamentos humanos que existiam neste lugar.

"Para nós é importante divulgar em nível arqueológico o trabalho em diferentes âmbitos em lugares distantes, como o deserto do Atacama ou sob os pés das pessoas em Santiago", comentou Correa.

Os objetos encontram-se sob análise e em processo de conservação no Museu de História Natural de Santiago.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP