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Equador declara estado de exceção e toque de recolher por coronavírus

Segurança usa máscara de proteção em estação de ônibus, na capital do Equador afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. março 2020 - 12:25
(AFP)

O Equador declarou nesta segunda-feira o estado de exceção, com toque de recolher e suspensão do trabalho, diante da pandemia do novo coronavírus, que já infectou 58 pessoas e matou duas no país.

"Decretei o estado de exceção no país, pelo qual fechamos os serviços públicos, exceto os de saúde, segurança, e aqueles que por emergência os ministérios decidam manter abertos", disse o presidente equatoriano, Lenín Moreno, em mensagem em rede nacional.

Apenas seguirão operando as indústrias agrícolas, pecuárias, de saúde, bancos e comércios de alimentos.

O presidente também ordenou o "toque de recolher entre nove da noite e cinco da manhã", a partir desta terça-feira.

Outra resolução adotada pelo Comitê de Operações de Emergência prevê a "suspensão total" do trabalho presencial tanto no setor público como no privado.

Durante o estado de exceção o presidente tem a faculdade de suspender a liberdade de reunião, censurar os meios de comunicação, transferir a sede do governo, cobrar tributos antecipadamente e mobilizar as Forças Armadas e a Polícia Nacional.

Moreno suspendeu ainda, por 14 dias, os serviços de transporte entre as províncias e os voos domésticos.

A circulação de veículos particulares também foi limitada e se organizará de acordo com o último número das placas dos automóveis.

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