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O presidente do Equador, Rafael Correa, em Nova York, no dia 12 de abril de 2016

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O Equador defendeu, nesta quinta-feira, a vigência da ordem constitucional no Brasil, depois do afastamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado, para ser submetida a um julgamento político no qual pode ser destituída do cargo.

"Diante da ameaça de uma grave alteração da ordem constitucional, de profundas consequências para o conjunto da região, o Equador apela à plena vigência de preservação das instituições democráticas e os valores que a sustentam", expressou o governo equatoriano em um comunicado divulgado pela chancelaria.

Também demonstrou sua "profunda preocupação" com a situação política no Brasil e apoiou o governo de Dilma Rousseff, "legítima depositária do mandato popular expresso nas últimas eleições democráticas e conta a qual não pesa, até o momento, uma única acusação que a vincule com a prática de um crime comum".

O Equador refletiu a vontade de que as "atuais circunstâncias sejam pronta e plenamente superadas, no âmbito do Estado de Direito e do estrito respeito à institucionalidade democrática do Brasil".

Acusada de "crime de responsabilidade" por supostamente maquiar contas públicas, a presidente foi substituída interinamente por seu vice, Michel Temer.

AFP