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(Arquivo) Praia na ilha da Santa Cruz, em Galápagos

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O Equador protestou ante o embaixador da China, Wang Yulin, pela presença de uma frota pesqueira desse país que navega perto da zona econômica exclusiva de Galápagos, à qual pertencia o barco com espécies ameaçadas de tubarão interceptado na segunda-feira.

O Ministério das Relações Exteriores informou em um comunicado que apresentou "um protesto formal pela atual presença comprovada de uma ampla frota de pesqueiros de bandeira chinesa nas imediações da zona econômica exclusiva do Equador".

A reclamação chega após a interceptação, na segunda-feira, de uma embarcação de bandeira chinesa dessa mesma frota que transportava 300 toneladas de fauna marinha vulnerável, "o que causou dano a esse delicado ecossistema", acrescentou a chancelaria.

No encontro com o embaixador chinês, o vice-ministro Rolando Suárez ressaltou "a obrigação" da China e dos demais Estados que fazem parte da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de "respeitar os direitos de soberania" sobre os recursos que estão dentro da sua zona exclusiva e de cumprir as leis que regem o frágil ecossistema das ilhas.

A Armada do Equador reforçou as operações de controle dentro da zona econômica exclusiva insular "pois existe a suposição de que estão realizando trabalhos pesqueiros em território marítimo equatoriano", segundo um comunicado da instituição.

Dentro dos 133.000 km2 da reserva marinha de Galápagos - a segunda maior do mundo - todas as espécies estão protegidas. O arquipélago faz parte da reserva da biosfera do planeta e é um dos parques naturais mais frágeis.

Galápagos (1.000 km em frente à costa) leva o nome das gigantes tartarugas que a habitam e serviu de laboratório para o naturalista inglês Charles Darwin desenvolver a teoria sobre a evolução das espécies.

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AFP