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Equador supera os 9.000 mortos por COVID-19 incluindo casos prováveis

Médico atende paciente em ala de emergência do hospital Carlos Andrade Marin, em Quito, 17 de junho de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. julho 2020 - 21:04
(AFP)

O Equador superou os 9.000 mortos pela COVID-19 somando os casos prováveis da doença, segundo balanço divulgado nesta terça-feira (28) pelo ministério da Saúde.

O país registrou 5.584 mortos confirmados pelo novo coronavírus e "3.454 prováveis mortos pela COVID-19 a nível nacional", de forma que o número de mortos alcançou os 9.038, segundo a contagem oficial.

O Equador, que possui cerca de 17,5 milhões de habitantes, também registrou nesta terça-feira 82.279 casos, 118 a mais que na segunda-feira.

Nesse país sul-americano, atualmente há 470 infectados a cada 100.000 habitantes. Quito, a cidade mais populosa do país, é a que apresenta o maior número de casos, com 12.747 de doentes com a COVID-19, seguida por Guayaquil, com 11.849.

Na última quinta-feira, a capital equatoriana superou Guayaquil no número de casos, essa última que foi um dos primeiros focos da pandemia na América Latina e onde, no pior momento da crise sanitária, pessoas morreram nas ruas e dentro de suas casas.

Desde 30 de junho, o número de casos quase dobrou em Quito, que até o momento registra 605 mortos. Embora a taxa de contaminação tenha acelerado na capital nas últimas semanas, o ministro da Saúde, Juan Carlos Zevallos, afirmou que o país "conseguiu conter a pandemia".

Comparado a outros países da região, "o Equador manteve sob controle não apenas o número de casos, mas também o número de mortes", declarou Zevallos em entrevista à emissora estatal EcuadorTV.

O Equador ocupa o sexto lugar na região da América Latina em relação a número de casos e mortes, atrás somente do Brasil, México, Peru, Chile e Colômbia.

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