Depois da crise que atingiu a Igreja Católica, a principal Igreja Protestante dos Estados Unidos, a Convenção Batista do Sul, foi abalada por um grande escândalo sexual revelado por jornalistas que envolve quase 400 pastores, voluntários e educadores em duas décadas.

Os jornais Houston Chronicle e San Antonio Express News investigaram essa rede de 47.000 igrejas e instituições evangélicas que tem mais de quinze milhões de membros, especialmente no sul dos Estados Unidos.

Suas revelações em uma série de artigos publicados desde domingo são impressionantes.

Desde 1998, pelo menos 380 membros do clero da Convenção Batista do Sul (SBC), que não fazem voto de celibato, foram acusados de abusar sexualmente de mais de 700 pessoas, a maioria menores de idade, concluíram os jornalistas.

De acordo com a revisão de milhares de documentos judiciais, 220 pastores e voluntários foram condenados por atos que vão desde a posse de imagens de pedofilia ao estupro, e dezenas de casos ainda estão em tribunal.

Provavelmente há outros casos, reconheceram os representantes da SBC. "É hora de lamentar e se arrepender, as mudanças estão chegando", disse o presidente da convenção, J.D., no Twitter.

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