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Foto sem data cedida pela agência de notícias oficial da Coreia do Norte (KCNA) em 16 de setembro de 2017 mostra o líder norte-coreano, Kim Jong-Un, inspecionando lançamento de míssil

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A Espanha ordenou nesta segunda-feira que o embaixador norte-coreano deixe Madri antes de 30 de setembro, chamando-o de "persona non grata", em resposta aos testes nucleares de Pyongyang e lançamentos de mísseis.

"Hoje, o embaixador da RPDC foi convocado. Ele foi informado de que é persona non grata e terá que encerrar suas funções antes de 30 de setembro", anunciou o ministério das Relações Exteriores espanhol no Twitter.

O ministério denunciou, no final de agosto, os "programas nucleares e balísticos da República Popular Democrática da Coreia (RPDC)" que "prejudicam o regime de não proliferação nuclear e representam uma séria ameaça para a paz na região e segurança mundial".

Na mesma ocasião, a Chancelaria advertiu a embaixada da Coreia do Norte que "a continuação dessas ações teria consequências nas relações bilaterais".

Neste sentido, a Espanha exigiu a redução do pessoal diplomático norte-coreano em Madri.

Pyongyang realizou recentemente seu sexto teste nuclear e vários lançamentos de mísseis intercontinentais. O último disparo ocorreu na sexta-feira, com um míssil que sobrevoou o Japão.

Em 8 de setembro, o México declarou "persona non grata" o embaixador da Coreia do Norte, dando-lhe 72 horas para sair do país.

Os ministros das Relações Exteriores dos países membros do Conselho de Segurança da ONU se reunirão na quinta-feira para discutir a proliferação de armas de destruição em massa e a ameaça nuclear representada pela Coreia do Norte, um dos temas dominantes da Assembleia Geral das Nações Unidas esta semana em Nova York.

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AFP