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Especialistas dos EUA votam a favor de terceira dose da Pfizer para idosos

Os especialistas recomendaram que a dose de reforço seja aplicada seis meses após a segunda, e disseram que profissionais de saúde deveriam ser incluídos entre as pessoas de alto risco afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. setembro 2021 - 20:22
(AFP)

O painel médico que assessora o governo dos Estados Unidos votou nesta sexta-feira a favor de um reforço da vacina Pfizer para aqueles com mais de 65 anos e pessoas com alto risco de desenvolver a forma grave da Covid-19, mas rejeitou a terceira dose para todos os indivíduos com mais de 16 anos.

Os especialistas recomendaram que a dose de reforço seja aplicada seis meses após a segunda, e disseram que profissionais de saúde deveriam ser incluídos entre as pessoas de alto risco.

A decisão foi tomada logo após uma primeira votação, em que o comitê se opôs à terceira dose para todos as pessoas com 16 anos ou mais, o que deveria ser interpretado como um revés para o governo do presidente Joe Biden, que havia anunciado uma campanha de reforço, começando no fim de setembro, para todos os adultos americanos que tiverem recebido a segunda dose oito meses antes, com a condição de que a FDA a aprove. As recomendações do comitê não são vinculantes, mas é raro que a FDA não as siga.

Dos 18 especialistas que fazem parte do comitê (pesquisadores, epidemiologistas, especialistas em doenças infecciosas), 16 se manifestaram contra a campanha de reforço para a população em geral a partir dos 16 anos. Em particular, eles levantaram preocupações com o risco de miocardite em adolescentes do sexo masculino e homens adultos.

"Acho que isso deveria mostrar ao público em geral que os membros deste comitê são independentes da FDA e que temos algo a dizer quando somos convidados a nos reunir", declarou Archana Chatterjee, um dos integrantes.

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