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Esquerda chilena critica visita de Bolsonaro

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Este conteúdo foi publicado em 22. março 2019 - 17:56
(AFP)

A esquerdista Frente Ampla do Chile pediu nesta sexta-feira que o presidente Sebastián Piñera declare persona "non grata" o presidente Jair Bolsonaro, responsável por um "discurso de ódio" que incentiva a discriminação, e questionou a criação de um novo fórum regional direita entre seus líderes.

O bloco de esquerda, que tem entre seus dirigentes jovens políticos que lideraram os protestos estudantis no Chile em 2011, entregou uma carta com sua petição no palácio presidencial de La Moneda, onde nesta sexta-feira os líderes do Chile, Colômbia, Argentina, Brasil Equador, Peru e Paraguai buscam enterrar a Unasul e dar vida a uma nova iniciativa regional com um tom de direita.

"Bolsonaro não só fez apologia à tortura mediante discurso do ódio, incentivando a violência e a discriminação, como busca retoceder em décadas as conquistas sociais", diz o documento entregue por membros da FA.

"Bolsonaro não só pediu desculpas pela tortura através do discurso do ódio, pedindo violência e discriminação, eles também estão procurando recuar em décadas de conquistas sociais", diz o documento entregue por membros da FA.

Ao mesmo tempo, expressou sua preocupação com a posição do Chile diante do "auge do populismo de direita", que ganhou espaço nos últimos anos e questionou a criação de novos espaços de liderança, como o fórum Prosur que dece ser lançado nesta sexta-feira, com Bolsonaro entre seus líderes.

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