Conteúdo externo

O seguinte conteúdo vem de parceiros externos. Nós não podemos garantir que esse conteúdo seja exibido sem barreiras.

Policiais isolam perímetro ao redor do Mandalay Hotel após homem matar 50 pessoas em um show de música country em Las Vegas, Nevada, em 2 de outubro de 2017

(afp_tickers)

O grupo Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta segunda-feira o tiroteio em Las Vegas que deixou ao menos 50 mortos, afirmando que seu autor, um americano sexagenário, se converteu ao Islã há alguns meses.

"O autor do ataque de Las Vegas é um soldado do Estado Islâmico, e realizou uma operação em resposta" aos apelos da organização de atacar país envolvidos na luta contra o EI, indicou o Amaq, órgão de propaganda do EI, se que se tenha confirmado ainda essa afirmação.

Um americano de 64 anos matou no domingo à noite pelo menos 50 espectadores de um show ao ar livre em Las Vegas, no pior tiroteio da história moderna dos Estados Unidos.

Posicionado em um hotel adjacente, o atirador foi identificado como Stephen Craig Paddock. Ele aparentemente cometeu suicídio antes que a polícia o alcançasse.

"O autor do ataque de Las Vegas se converteu ao islamismo alguns meses atrás", disse Amaq, em uma segunda declaração conjunta na rede social Telegram.

Na quinta-feira, o líder do EI Abu Bakr al-Baghdadi pediu, após um longo período de silêncio, que seus combatentes na Síria e no Iraque resistissem e clamou por novos ataques aos "inimigos" do grupo.

Assim, chamou "os soldados do califado e os heróis do Islã" a prosseguir sua "jihad" (guerra santa) e seus ataques. "Travem a guerra contra o seu inimigo (...) em todos os lugares".

Uma coalizão internacional liderada por Washington intervém militarmente no Iraque e na Síria em apoio às forças locais que lutam contra os jihadistas do EI.

Neuer Inhalt

Horizontal Line


subscription form

formulário para solicitar a newsletter

Assine a newsletter da swissinfo.ch e receba diretamente os nossos melhores artigos.

swissinfo.ch

Banner da página Facebook da swissinfo.ch em português

AFP