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Estudo revela que mortes por câncer de próstata se estabilizam

As mortes causadas pelo câncer de próstata diminuíram em 14 países estudados e permaneceram estáveis em 54 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 02. abril 2019 - 20:23
(AFP)

Os índices de morte por câncer de próstata, o mais comum detectado entre os homens, se estabilizaram e inclusive diminuíram em dezenas de países neste século, informou nesta terça-feira (2) a Sociedade do Câncer Americana.

Em 33 dos 44 países estudados, a incidência do câncer de próstata se estabilizou nos últimos cinco anos, e em sete Estados diminuiu, revelou o estudo.

Só em quatro dos analisados, entre eles a Bulgária, foi observado um incremento nos casos detectados deste tipo de câncer.

"Nos dados dos últimos cinco anos analisados, a incidência e a taxa de mortalidade do câncer de próstata estão diminuindo ou se estabilizando na maioria dos lugares do mundo", disse a autora do estudo, MaryBeth Freeman.

As mortes causadas pelo câncer de próstata diminuíram em 14 países estudados e permaneceram estáveis em 54. Só em três Estados houve aumento nos falecimentos, segundo o estudo apresentado nesta terça-feira em uma conferência em Atlanta.

Nos Estados Unidos foi registrada a maior queda em casos de câncer de próstata, uma redução atribuída por Freeman a um uso cada vez menor de um exame de diagnóstico controverso que identifica como cancerígenos muitos tumores benignos.

Os casos deste tipo de câncer aumentaram nos Estados Unidos na década de 1980 e início da de 1990, quando o exame de antígeno prostático específico (PSA) se tornou popular.

Este teste é impreciso e produz falsos positivos demais. Identifica níveis de PSA mais altos que o normal, uma proteína produzida pela próstata, que em alguns casos é um sinal de câncer, mas com maior frequência é sintoma de outras doenças.

Além disso, alguns cânceres de próstata não são agressivos e não crescem o suficiente para representar um risco.

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