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Apesar de donos estrangeiros de mercados nacionais de ações sempre terem sido aceitos, a CCEG e seus sócios não garantem às autoridades americanas a vigilância ou a regulamentação da Bolsa de Valores de Chicago, segundo o texto

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Onze legisladores demandaram às autoridades reguladoras do mercado dos Estados Unidos que investidores chineses sejam impedidos de comprar a pequena Bolsa de Valores de Chicago.

Numa carta à Comissão de Títulos e Câmbio (SEC), encarregada pelo mercado de valores nos Estados Unidos, os congressistas pedem que a venda dessa bolsa a investidores encabeçados pela empresa chinesa Chongqing Casin Enterprise Group (CCEG) seja negada.

"O governo chinês domina todos os setores da sociedade e permanentemente descumpre acordos internacionais", escreveram.

E "ante a atual preocupação com a grave falta de transparência da China, temos inquietações substanciais sobre a capacidade da SEC de vigiar e regulamentar a CCEG", diz a carta assinada tanto por democratas quando por republicanos.

Apesar de donos estrangeiros de mercados nacionais de ações sempre terem sido aceitos e seguido as leis americanas, a CCEG e seus sócios não garantem às autoridades americanas a vigilância ou a regulamentação da Bolsa de Valores de Chicago, segundo o texto.

A SEC deve divulgar sua decisão em 9 de agosto.

Uma comissão que supervisiona e pode impedir investimentos estrangeiros nos Estados Unidos autorizou a venda dessa bolsa.

Fundada em 1882, a Bolsa de Valores de Chicago é uma das mais antigas do país. Com 75 funcionários, suas movimentações representam 0,5% do total do mercado de ações dos Estados Unidos, segundo informações da imprensa.

AFP