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Abdulmutallab disse na ação apresentada na quarta-feira que teve negado o contato com membros de sua família, foi confinado em isolamento por tempo indeterminado e, violando as disposições constitucionais, teve negada a possibilidade de praticar o Islã

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Umar Faruk Abdulmutallab, o nigeriano que tentou detonar um avião que se dirigia aos Estados Unidos em 2009 com explosivos ocultos em sua roupa de baixo, apresentou uma ação contra o Departamento de Justiça americano por supostos maus-tratos na prisão.

Sentenciado à prisão perpétua em uma penitenciária de segurança máxima no Colorado, Abdulmutallab disse na ação apresentada na quarta-feira que teve negado o contato com membros de sua família, foi confinado em isolamento por tempo indeterminado e, violando as disposições constitucionais, teve negada a possibilidade de praticar o Islã.

Também alegou que foi obrigado a comer carne não halal (em conformidade com as leis islâmicas) e foi forçado a se alimentar enquanto fazia greve de fome para protestar contra os maus-tratos.

Abdulmutallab foi condenado a quatro penas de prisão perpétua em 2012 depois de se declarar culpado de uma tentativa fracassada de tentar explodir um avião da Northwest Airlines com destino a Detroit, procedente de Amsterdã, em 25 de dezembro de 2009.

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AFP