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O presidente da Câmara de Representantes, Paul Ryan, em 11 de abril de 2018 em Washington

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O presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Paul Ryan, considerou "completamente desnecessário", nesta terça-feira (17), o esforço bipartidário de proteger o procurador especial Robert Mueller, que investiga a ingerência russa na eleição presidencial de 2016, duvidando que o presidente Donald Trump vá demiti-lo.

Na semana passada, dois republicanos e dois democratas do Senado apresentaram um projeto de lei para proteger Mueller e outros eventuais conselheiros especiais das tentativas de Trump de demiti-los sem um "bom motivo".

A proposta também contemplava uma revisão judicial, em caso de demissão.

A medida parece difícil de sair do papel. O presidente Trump, que classificou repetidas vezes a investigação de Mueller como uma "caça às bruxas", teria a opção de vetá-la, caso chegue a seu gabinete.

Esse projeto de lei foi encarado como uma séria advertência a Trump para que não demita o funcionário que o investiga, mas Ryan descartou essa possibilidade.

"Não acreditamos que tenha de ser demitido. Não acreditamos que vá ser demitido", disse aos jornalistas ao ser questionado sobre as chances de aprovação de uma lei que proteja Mueller.

"Portanto, acreditamos que não seja necessário", concluiu.

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AFP