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(Arquivo) O diretor da FDA, Scott Gottlieb

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A agência federal de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, a FDA, aprovou nesta quarta-feira a comercialização da segunda terapia gênica no mundo para tratar linfomas agressivos.

Este novo tipo de tratamento consiste em modificar geneticamente o sistema imunológico de um doente para combater as células cancerígenas.

A FDA (Food and Drug Administration) havia autorizado em agosto a primeira terapia gênica, o Kymriah, do laboratório Novartis, para tratar uma forma muito agressiva de leucemia em crianças e adultos jovens.

A Yescarta, aprovada esta semana, foi desenvolvida inicialmente pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos e a patente foi adquirida pela empresa Kite Pharma. Esta foi comprada recentemente pelo grupo Gilead por 11,9 bilhões de dólares.

A terapia foi autorizada pela FDA para adultos que sofrem de uma forma agressiva de linfoma diferente da doença de Hodgkin, que não responderam a uma série de dois tratamentos de quimioterapia.

Quase 3.500 pessoas por ano poderiam estar nesta condição nos Estados Unidos, de acordo com o grupo Gilead.

Esta imunoterapia consiste em extrair células imunológicas do paciente para modificá-las geneticamente em laboratório e cultivá-las, antes de reinjetá-las em apenas uma dose.

O custo do tratamento para uma pessoa é de 373.000 dólares, mais barato que o Kymriah, avaliado em 475.000 dólares.

A Novartis, no entanto, informou em agosto que não cobraria dos pacientes que não respondessem ao tratamento no primeiro mês.

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AFP