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(Arquivo) Uma impressora 3D constrói um objeto durante feira de tecnologia na Grécia, no dia 28 de maio de 2015

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A Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou o primeiro medicamento fabricado com uma impressora 3D, informou o laboratório Aprecia Pharmaceuticals, que produz pílulas solúveis para tratar crises de epilepsia.

A companhia, com sede em Oslo, informou em um comunicado publicado em seu site, que seu sistema de impressão 3D pode produzir doses com até 1.000 miligramas por comprimido.

Um porta-voz da FDA, Sandy Walsh, confirmou nesta terça-feira em um e-mail à AFP que se trata do primeiro medicamento fabricado por uma impressora 3D aprovado pela agência para ingressar no mercado.

Indica ainda que este medicamento, o Spritam (Levetiracetam), já é comercializado em outras formas.

Aprecia prevê distribuir o Spritam a partir do primeiro trimestre de 2016.

A FDA já havia aprovado a comercialização de materiais médicos, como próteses, fabricados por impressoras 3D.

O laboratório prevê desenvolver outros medicamentos através da tecnologia 3D nos próximos anos, segundo o comunicado.

A medicina utiliza cada vez mais a impressora 3D para fabricar implantes sob medida para pacientes que sofrem patologias raras ou que sofreram certas lesões.

AFP