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EUA condenam ataques a caravana de Guaidó denunciados por sua esposa

O presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó (centro), fala para a multidão em Caracas, em 27 de março de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. março 2019 - 15:39
(AFP)

O governo americano condenou os ataques ocorridos na terça-feira (27) em Caracas contra Juan Guaidó, a quem reconhece como presidente interino da Venezuela, enquanto recebe sua mulher em Washington nesta quarta.

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, disse que Washington está vigilante e garantiu que "estes atos de intimidação não poderão adiar o inevitável: o restabelecimento pacífico da democracia, a estabilidade e a prosperidade do povo da Venezuela".

"Estamos monitorando os informes desses e de outros atos de intimidação por parte das gangues armadas e ilegais de Nicolás Maduro conhecidas como os coletivos", disse Pompeo, em declaração divulgada na terça à noite.

O governo de Donald Trump e de mais de 50 países defendem a saída de Maduro do poder, reconhecendo Guaidó como única autoridade legítima. Em 23 de janeiro, ele invocou a Constituição para se declarar "presidente encarregado", com o objetivo de liderar um governo de transição e organizar novas eleições.

A mulher de Guaidó, Fabiana Rosales, que nesta quarta se reúne na Casa Branca com o vice-presidente americano, Mike Pence, disse na terça-feira em Nova York que a caravana em que seu marido viajava foi atacada ao sair da sessão da Assembleia Nacional.

"É um ataque direto ao presidente", declarou Fabiana à imprensa.

Deputados e jornalistas também foram agredidos pelos partidários do chavismo, segundo congressistas e veículos da imprensa.

Os veículos da caravana de Guaidó teriam sido agredidos com artefatos explosivos, pedras e golpes por parte de um grupo que não foi detido pelas forças de segurança.

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