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Impressões digitais de albaneses que buscam asilo, em Bruxelas

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O roubo de dados de milhares de funcionários americanos em dois ataques cibernéticos em julho resultou no furto de 5,6 milhões de conjuntos de impressões digitais, informaram fontes oficiais nesta quarta-feira.

As fontes oficiais indicaram que a última análise dos ciberataques - atribuídos a hackers baseados na China - não muda o número de pessoas afetadas, que se mantém em 21,5 milhões.

Um comunicado do Gabinete de Gestão de Pessoal dos Estados Unidos afirmou que as novas estimativas procedem de uma análise mais detalhada das infrações realizada pelos investigadores.

Segundo o comunicado, "a habilidade de fazer um mal uso dos dados das impressões digitais é limitada", mas "provavelmente isso mude à medida que a tecnologia avance".

As novas estimativas acontecem num momento em que o presidente chinês, Xi Jinping, visita os Estados Unidos. Ele manifestou seu compromisso com a segurança cibernética e afirmou que não irá tolerar ações de hackers e o roubo cibernético.

Fontes americanas oficiais não acusaram a China publicamente de estar por trás dos ataques em massa, porém muitos analistas privados consideram que o incidente provavelmente é parte das atividades de espionagem da China.

AFP