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(8 ago) O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, em visita à Malásia

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Os Estados Unidos disseram nesta sexta-feira que Cuba é responsável por investigar um suposto ataque sônico que levou vários de seus diplomatas a buscar tratamento médico.

O secretário de Estado, Rex Tillerson, disse que a missão dos Estados Unidos em Havana não foi capaz de determinar quem estava por trás do que ele chamou de "ataques de saúde" a seus funcionários.

Mas advertiu: "mós responsabilizamos os cubanos, que, assim como todo país anfitrião, é responsável pela segurança de diplomatas em seu país".

"Nós consideramos as autoridades cubanas responsáveis por descobrir quem está realizando esses ataques de saúde não apenas a nossos diplomatas, mas também a outros diplomatas".

Na quinta-feira, o Canadá revelou que um dos seus diplomatas também foi vítima do misterioso ataque, que as autoridades disseram que parece ter sido realizado com algum tipo de dispositivo sonoro.

Os funcionários da missão diplomática americana começaram a se sentir mal no fim de 2016, mas na época não se suspeitou que poderia ser algo diferente de um problema de saúde comum.

A imprensa americana afirma que os diplomatas sofreram perda auditiva.

O Ministério das Relações Exteriores de Cuba disse que os funcionários americanos alertaram sobre os "supostos incidentes" em 17 de fevereiro.

O Departamento de Estado não disse quantos de seus diplomatas foram prejudicados, mas em maio ordenou que dois cubanos deixassem a embaixada cubana em Washington.

AFP