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(Julho) Sírio reza em um cemitério de Khan Sheikhun, onde aconteceu o suposto ataque governamental com gás sarin

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Estados Unidos e França pediram nesta quarta-feira o prosseguimento das investigações internacionais sobre armas químicas na Síria, diante de novas revelações da Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq) sobre o uso de gás sarin.

A OPAQ revelou nesta quarta-feira que o agente neurotóxico sarin foi utilizado em uma localidade no noroeste da Síria no final de março, cinco dias antes do letal ataque contra Khan Sheikhun, que matou mais de 80 pessoas.

"Esperamos os detalhes (...). É um novo elemento muito preocupante", declarou à imprensa o embaixador francês, François Delattre, presidente em exercício do Conselho de Segurança. "Esta última informação destaca a absoluta necessidade de que a OPAQ e o Mecanismo Conjunto de Investigação continuem com seu trabalho na Síria".

O Mecanismo Conjunto sobre armas químicas na Síria (JIM) foi criado em 2015, renovado em 2016 e expira em novembro próximo.

A embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, avaliou que a renovação do mandato do JIM "deve ser agora a principal prioridade do Conselho de Segurança". "Está claro que o regime sírio não apenas mente sobre o alcance do seu programa de armas químicas, mas que continua se recusando a cooperar com os organismos de supervisão como a OPAQ".

Um diplomata que pediu para não ser identificado revelou que o tema da renovação do mandato do JIM "está claramente sobre a mesa" do Conselho de Segurança.

"Todos os membros estão de acordo sobre a proibição de armas químicas e sobre a independência e a imparcialidade de mecanismos como a OPAQ e o JIM".

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AFP