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Embaixada americana em Ancara, no dia 20 de dezembro de 2016

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Os Estados Unidos e a Turquia anunciaram nesta segunda-feira (6) que retomaram de forma parcial seus respectivos serviços de entrega de vistos, interrompidos há um mês após a prisão de um funcionário local do consulado americano em Istambul.

A suspensão dos serviços de vistos, uma medida sem precedentes, exacerbou as tensões entre os dois aliados na Otan, já difíceis desde o fracassado golpe de Estado na Turquia em julho de 2016.

"A missão americana na Turquia reinicia o processamento dos vistos de não-imigrantes de maneira limitada", afirmou a embaixada dos Estados Unidos em Ancara.

Pouco depois, a embaixada turca em Washington publicou um anúncio semelhante na sua conta no Twitter.

O primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, visitará na terça-feira os Estados Unidos e deverá encontrar o vice-presidente americano Mike Pence.

As relações entre a Turquia e os Estados Unidos foram ainda mais fragilizadas pelo indiciamento por "espionagem", no início de outubro, de um funcionário turco do consulado americano em Istambul.

A justiça turca acusa Metin Topuz, o empregado detido, de estar ligado ao pregador exilado nos Estados Unidos Fethullah Gülen, que, segundo Ancara, está por trás da tentativa de golpe de 15 de julho de 2016.

Em reação a esta prisão, a embaixada americana anunciou que estava suspendendo seus serviços de entrega de vistos na Turquia, fora os vistos de imigração. Ancara então adotou medidas semelhantes.

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AFP