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Os Estados Unidos impuseram nesta sexta-feira sanções a dois extremistas islâmicos acusados de ter vínculos com a Al-Qaeda e com a Frente Al-Nosra, e de financiar e atuar em favor de grupos terroristas

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Os Estados Unidos impuseram nesta sexta-feira sanções a dois extremistas islâmicos acusados de ter vínculos com a Al-Qaeda e com a Frente Al-Nosra, e de financiar e atuar em favor de grupos terroristas.

De acordo com uma resolução do Departamento do Tesouro, os ativos dos dois -um saudita e um kuwaitiano- sob jurisdição dos EUA serão congelados e os cidadãos norte-americanos estão "proibidos de estabelecer transações com eles".

Abdul Mohsen Abdallah Ibrahim al-Sharekh, que seria líder da Al-Qaeda na Síria, e Hamid Hamad Hamid al-Ali também foram incluídos no dia 15 de agosto na lista negra do Conselho de Segurança.

"Estamos decididos a deter o fluxo de recursos aos terroristas na Síria e no Iraque, que continuam cometendo atos violentos e ameaçando os interesses dos Estados Unidos e de seus aliados na região", disse David Cohen, subsecretário para Assuntos de Terrorismo em comunicado.

Al-Sharekh, cidadão saudita, é apontado por Washington como uma liderança da Frente Al-Nosra na Síria e é um dos terroristas mais procurados pela Arábia Saudita, que o acusa de ter vínculos com a Al-Qaeda no Paquistão.

No início do mês, os Estados Unidos aprovaram sanções contra outros três homens, dois deles kuwaitianos, acusados de fornecer dinheiro, combatentes e armas a extremistas na Síria e no Iraque.

AFP