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(Arquivo) Feira de empregos em San Francisco, Califórnia

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Pela primeira vez em sete anos, o número de empregos nos Estados Unidos diminuiu devido aos furacões, embora a taxa de desemprego continue em queda, segundo dados oficiais publicados nesta sexta-feira.

No total foram perdidos 33.000 postos de trabalho, sobretudo no setor de bares e restaurantes, de acordo com o Departamento de Trabalho.

A taxa de desemprego, contudo, caiu dois décimos, a 4,2%. Essa é a taxa mais baixa desde fevereiro de 2001.

Essas cifras surpreenderam especialistas, que previam a criação de 75 mil novas vagas de trabalho e uma taxa de desocupação de 4,4%.

Em agosto, a criação de empregos foi de 169 mil (dado revistado para cima).

"Uma forte queda do emprego no setor de restaurantes e uma leve alta nas contratações em outras indústrias refletem o impacto dos furacões Harvey e Irma", segundo o Departamento de Trabalho.

Contudo, o impacto não foi o mesmo na taxa de desemprego, que é alvo de um estudo separado, porque, apesar de 1,5 milhão de pessoas não conseguirem trabalhar com os desastres climáticos, elas continuam integrando o setor de empregados, explicou um especialista em estatística.

O Departamento de Trabalho explicou, também, em um comunicado, que nos últimos 20 anos esses dados nunca tinham sido tão afetados por desastres climáticos.

As cifras não incluem Ponto Rico, território americano que foi devastado pela passagem do furacão Maria, em 20 de setembro.

O setor que mais sofreu perdas foi o de alimentos e bebidas, que perdeu cerca de 105 mil vagas de emprego.

Todos os outros setores, de construção e indústria a serviços públicos e financeiros, tiveram poucas alterações, o que também é atribuído às tempestades.

O Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) alertou, recentemente, que esses eventos climáticos teriam efeitos negativos na atividade econômica a curto prazo, mas no médio prazo não teriam impacto significativo.

A média do salário por hora avançou 12 centavos em setembro, levando a alta anual para 2,9%.

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AFP